
y hoy a la noche me pienso empiponar de torta de chocolate...
(((ñam, qué bueno es tener una cuñada que cumpla años y sepa cocinar)))
El dedo índice habla de ambición y religión.
Si llega más allá de la mitad de la primera falange de l corazón, será romántico pero no ardiente.
Si es corto demostrará poca ambición y carácter.
Corren
Gritan
Saltan
Ríen
Lloran
Cantan
Rodillas peladas
Asombro verde
Preguntan
Preguntan
Silencios temibles
Ruidos felices
Alborotan la vida
Espantan la tristeza
Alas fuertes
Sonrisas sin dientes
Te hacen trotar
Te hacen enojar
Te hacen llorar
Te dan un abrazo
Y crecen sin parar
Corren
Gritan
Saltan
Ríen
Lloran
Cantan
Rodillas peladas
Asombro verde
Preguntan
Preguntan
Silencios temibles
Ruidos felices
Alborotan la vida
Espantan la tristeza
Alas fuertes
Sonrisas sin dientes
Te hacen trotar
Te hacen enojar
Te hacen llorar
Te dan un abrazo
Y crecen sin parar


É pau, é pedra, é o fim do caminho, É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol, É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba do campo, o nó da madeira, Caingá, candeia, é o MatitaPereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira, É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira, É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira, Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira, Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão, É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho, No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto, é um pingo pingando, É uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando, É a luz da manhã,é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada, É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama, É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã, É um resto de mato,na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão, É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho, É um resto de toco, é um pouco sozinho
É uma cobra, é um pau, é João, é José, É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão, É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho, É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã, É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão, É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho, É um resto de toco, é um pouco sozinho
É pau, é pedra, é o fim do caminho, É um resto de toco, é um pouco sozinho
Pau, pedra, o fim do caminho, um resto de toco, um pouco sozinho
Pau, pedra, o fim do caminho, um resto de toco, um pouco sozinho
Tom Jobin & Elis Regina
(((letra traducida y video encontrado en petit orsai)
É pau, é pedra, é o fim do caminho, É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol, É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba do campo, o nó da madeira, Caingá, candeia, é o MatitaPereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira, É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira, É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira, Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira, Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão, É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho, No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto, é um pingo pingando, É uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando, É a luz da manhã,é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada, É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama, É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã, É um resto de mato,na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão, É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho, É um resto de toco, é um pouco sozinho
É uma cobra, é um pau, é João, é José, É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão, É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho, É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã, É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão, É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho, É um resto de toco, é um pouco sozinho
É pau, é pedra, é o fim do caminho, É um resto de toco, é um pouco sozinho
Pau, pedra, o fim do caminho, um resto de toco, um pouco sozinho
Pau, pedra, o fim do caminho, um resto de toco, um pouco sozinho
Tom Jobin & Elis Regina
(((letra traducida y video encontrado en petit orsai)
La pose en que duerme el hombre refleja el tipo de compañero que será.
Fetal completa:
Este muchacho es vulnerable y sensible. Después de todo, está cuidándose el corazón, en esa pose. Y quizás hasta se agarre de una almohada para darse más seguridad. Como tal, necesita asegurarse de que sus sentimientos son recíprocos antes de entregarse por completo. Las mujeres deberán ser cuidadosas y demostrativas.
(valdrá esto para los gatos?)

Un comienzo no desaparece nunca, ni siquiera con un final.
Harry Mulisch (1927-?)
Escritor holandés
Un comienzo no desaparece nunca, ni siquiera con un final.
Harry Mulisch (1927-?)
Escritor holandés
Se ovillaban las nubes
en un cielo de fuego,
las chicharras cantaban su presagio de soles,
y en los rostros estaba
la impotencia del ruego
tras la baba viscosa de tantos caracoles.
esperanza
ZORAIDA NORMA PUCHETA
Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaá!
Queeeeeeeeeeeeeé?
Puedo ver los diiiiiiiiiiiiiiiiiibuuuuuuuuuuuuusss?
NO!
Por?
((((este es un buen momento para demostrar de lo que hablabas))))
porque se te fríe el cerebro!!!
((((Do'h!, otra vez sonaste tu tonta teoría))))
una billetera de cuero con muchos bolsillos
=
$41,00 (ouch)
uso de cartulinas (existentes en la casa),
diagramación y redacción de los vales,
manejo de la compu y la impresora (que oooootra vez se quedó sin cartucho color),
pintado a mano con lápices de colores de mis hijos (usados sin permiso),
cortado con tijerita china plegable de cortar los bigotes por no encontrar las otras
=
una hora y media de trabajo
tu cara cuando abras tu regalito de San Valentín
=
todo esfuerzo y dinero invetido es poco

Powered by Castpost
Como cada atardecer
Shaadi se deja ver
Tejiendo con sueños la marea
Sueña que vendrá del mar
Un amor de carne y sal
Con besos de héroe de leyenda
Y canta, canta...
Le imagina
Cálido y radiante como luz
Susurrándole al oído
Shaadi, Shaadi
Se va el tiempo sin sentir
Y su alma de delfín
Aún sigue soñando
Al tierno amante
Llena de algas su razón
Le da un vuelco el corazón
Al ver un resplandor distante
Y canta, canta...
Y esa noche
Se sumerge en busca de esa luz
Que la llama dulcemente
Shaadi, Shaadi
Nadie sabe
Que el Rey de las Mareas la vistió
De arrecife y madreperla
Y ahora sueña
Flotando sobre un lecho de coral
Como sueñan las sirenas.
la que cantaba en Mecano

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Como cada atardecer
Shaadi se deja ver
Tejiendo con sueños la marea
Sueña que vendrá del mar
Un amor de carne y sal
Con besos de héroe de leyenda
Y canta, canta...
Le imagina
Cálido y radiante como luz
Susurrándole al oído
Shaadi, Shaadi
Se va el tiempo sin sentir
Y su alma de delfín
Aún sigue soñando
Al tierno amante
Llena de algas su razón
Le da un vuelco el corazón
Al ver un resplandor distante
Y canta, canta...
Y esa noche
Se sumerge en busca de esa luz
Que la llama dulcemente
Shaadi, Shaadi
Nadie sabe
Que el Rey de las Mareas la vistió
De arrecife y madreperla
Y ahora sueña
Flotando sobre un lecho de coral
Como sueñan las sirenas.
la que cantaba en Mecano

Hola Mari
Mucho gusto, me llamo Mariana y hace ya unos meses que vengo leyendo en silencio tu blog. Llegue por casualidad, saltando desde vaya uno a saber qué link. Y me gusta cada tanto seguir pasando para ver, de puro lectora que soy. Y aclaro lo de lectora porque comentar no es mi fuerte.
Sin embargo, hoy este post me rozó muymuy de cerquita. Pero no daba como para poner un comentario y chau. No, es que sabés? un comentario a lo mejor podría malinterpretarse y no es eso lo que quiero.
Más allá del contenido del post, al cual adhiero en casi un 70%, fue su título lo que me dio escozor y me molestó? dolió? enojó? entristeció? incomodó? sofocó? mortificó?
Ufa! busco y busco y busco y no encuentro la palabra justa que defina este huesito que se me atravesó en la garganta y que me impide respirar del todo bien; no se con qué palabra identificar esta sensación de tener el estómago pegado a las vertebras o este huracán de ideas que van, de imagenes que vienen y de recuerdos que chocan.
Mi viejo estuvo en Malvinas, pero es muy largo de contarlo aquí por mail, así que prefiero remitirte a un post (sí, yo también escribo un blog aunque ahora no lo tengo tan actualizado como solía) qué escribí hace tiempo: 2 de abril de 1982
Vos andá y lee, que yo te espero.
Si ya leiste, entonces podrías también leer este otro: diarios viejos
Dale, dale, total tengo tiempo....
lalala lala la
Ya está?
Bueno, entonces sigo.
Primero, la peli la ví. Como tantas otras pelis y cortos que rozan aunque sea el tema Malvinas. Y como tantos y tantos libros que leí; y como tantas y tantas historias que escuche de boca de mi papá y de amigos de mi papá. Sabés? Tengo el don de la invisibilidad cuando hace falta. Puedo quedarme tan atenta y tan silenciosa que la gente a veces se olvida que estoy y abre el alma de una manera casi impúdica. Y yo que no pude nunca evitar ser curiosa me asomé a abismos de infierno y a fogatas de abrigo en los recuerdos que tanto mi papá como otros tantos veteranos desgranaban en madrugadas de dados, café y cognagc en la cocina de mi casa.
Y estoy completamente de acuerdo con vos, las guerras son imbéciles, no hay causas que justifiquen cualquier cosa de esas. Y a mí me pone de punta los pelos no sólo lo de los dieciochoañeros que pasaron por ese horror injustificado, sino de todas las pesonas que sufrieron eso.
Porque a veces cuando se habla de Malvinas se piensa solamente en los colimbas. Muchos justifican eso diciendo, bueno los militares de carrera trabajan de eso y es para lo que se formaron. Es cierto. Es parte de una discusión con mi viejo que duró cerca de diez años. Pero una cosa es prepararse para defender a la Patria así, en abstracto y otra diferente es tener que poner el cuerpo al frío, al hambre, al miedo, a la locura y a la parca. Para eso, aunque seas hiperprofesional nadie te prepara. Y tampoco nadie prepara a tu familia. A mi vieja y a mí nadie nos preparó para aguantar madrugadas enteras tratando de sintonizar Radio Colonia, o para hacer cadenas y cadenas de rosarios pidiendo, rogando, llorando, prometiendo lo que sea para que papá vuelva entero.
Y tampoco nos preparó para lo que venía después.
Porque la guerra, mi querida Mari no terminó el 14 de junio. Porque mi viejo no volvió el 15. Volvió mucho más tarde, cuando se vino el último soldado de Malvinas. Porque todavía hoy se le inundan los ojos cuando cuenta que los hicieron entrar al puerto de madrugada, cuando habla de la indiferencia y del silencio que siguió a su vuelta.
Y aunque estoy totalmente de acuerdo en eso de que las Malvinas, más que Malvinas son Falklands, no puedo aceptar eso de "cortémosla con Malvinas". Por una cuestión bien simple. El dolor de Malvinas es como una cicatriz vieja, que cuando hay mucha humedad te molesta, que la mayor parte del tiempo te olvidas que stá pero que un día te encontrás recorriendo con el dedo recordando el dolor que te causó en ese momento. Y aunque el dolor se diluya con el tiempo no desaparece. Permanece intacto en tu memoria. Tu cuerpo y tu mente se acostumbra a vivir con ese dolor (en el mejor de los casos, en el peor puede ser que terminés con un tiro en el pecho como el mejor amigo de mi viejo, un tipo buenísimo al que siempre llamé tío Carlos).
Uf, no sabés lo que me cuesta seguir moviendo los dedos en las teclas.
Ya no lloro. Hace años que ya no lloro por este tema. Pero igual se me sigue anudando el corazón en la garganta.
Ni se si me vas a entender una pizca de toda esta explicación.
Lo único que se es que tenía que escribirlo, tenía que decirte, tenía que mostrarte que esa guerra para mí y para mucha gente, no duro 45 días.
Para mí esa guerra empezó el 2 de abril de 1982, pero todavía sigue.
Porque no se puede ni se debe olvidar.
Y porque el recuerdo todavía duele.
Y aunque la vida ES hermosa y aunque los fantasmas se hayan alejado lo suficiente como para dejar dormir sereno y sin pesadillas a mi viejo, no se puede simplemente "cortarla con Malvinas".
Creeme.
Mirá que en mi familia hace años que buscamos la tijera para cortarla.
Pero encontramos que es mejor seguir sin olvidar, adaptarnos a este dolor y convivir con él. Como quien se adapta a tener una mano menos, o a la muerte de un familiar muymuy cercano y muymuy querido...
Disfrutar de la belleza de la vida, sí, pero sin "cortarla con Malvinas" Sin renegar de ese pasado que nos tocó. Abrazar las posibilidades y reir, pero darse perniso para aflojar este nudo que se nos hace con el tema, aunque sea con un mail a una desconocida.
Si llegaste a leer hasta acá, te agradezco la paciencia.
Muchos besos de una lectora cuasi fiel (porque no paso todos los días, sino cuando me acuerdo)
MARxxIANA
Can you help me discover more music that I'll like?La idea de este sitio es simple: ponés el nombre de un artista o de un tema musical y ellos te proponen una seguidilla de temas "similares", como si fuera una radio on line que pasara solamente temas como los que te gustan.
Aunque cueste creerlo el mate puede variar su gusto dependiendo de la forma en que se lo cebe, y en consecuencia será diferente si cambiamos de cebador...
Aunque cueste creerlo el mate puede variar su gusto dependiendo de la forma en que se lo cebe, y en consecuencia será diferente si cambiamos de cebador...
MAREA:
cambio periódico de nivel del mar, producido principalmente por las fuerzas gravitacionales que ejercen la Luna y el Sol
Uno de los descubrimientos más importantes de Freud es que las emociones enterradas en la superficie subconsciente suben a la superficie consciente durante los sueños, y que recordar fragmentos de los sueños pueden ayudar a destapar las emociones y los recuerdos enterrados.
Freud decía que los sueños son una forma de realizar deseos y que muchos deseos son el resultado de deseos sexuales reprimidos o frustrados. En su opinión, la ansiedad que rodea dichos deseos hace que algunos sueños se conviertan en pesadillas.
A veces parece el Espantomóvil...
Otras hasta se puede escuchar la risita asmática de Patán, el fiel (?) can de Pierre Nodoyuna...
Los hermanos Macana todavía no manejan y van sentaditos en el asiento de atrás.
Eso sí, cuando Silvio maneja se cree Pedro Bello; y cuando yo voy al volante obviamente SOY Penelope Glamour
Árbol perennifolio de la familia de la rutáceas. Hojas dentadas, lanceoladas o elípticas, acabadas en punta. Flores con pétalos blancos interiormente y con los extremos rosados. El fruto es un hesperidio de hasta 12,5 cm , de corteza gruesa y de un amarillo fuerte cuando está bien maduro.
más sobre el Citrus limonum Risso
Árbol perennifolio de la familia de la rutáceas. Hojas dentadas, lanceoladas o elípticas, acabadas en punta. Flores con pétalos blancos interiormente y con los extremos rosados. El fruto es un hesperidio de hasta 12,5 cm , de corteza gruesa y de un amarillo fuerte cuando está bien maduro.
más sobre el Citrus limonum Risso
Se necesitan locos…
se necesitan locos para
pescar ángeles, con barriletes…
en días de brisa suave
y sol resplandeciente...
Y locos alegres,
porque los tristes piensan,
que el viento gime,
en cambio los alegres lo escuchan cantar…
Claris Skoczdopole
Se necesitan locos…
se necesitan locos para
pescar ángeles, con barriletes…
en días de brisa suave
y sol resplandeciente...
Y locos alegres,
porque los tristes piensan,
que el viento gime,
en cambio los alegres lo escuchan cantar…
Claris Skoczdopole
(...) "No todo hombre despierta al alba y ve aterradoras figuras en su celda, al trémulo capellán con ornamentos blancos, y al director, de negro brillante, con el rostro amarillo de la sentencia." (...)
Balada de la cárcel de Reading
Oscar Wilde
Primer piso de la Cárcel del Fin del Mundo
La mancha del cielo azul, sombras de árboles, sombras de nubes,
y alrededor muros, ruinas, piedras que en el silencio
son frío, si la mano, si el pensamiento las roza.
Fernando Charry Lara
1963
La mancha del cielo azul, sombras de árboles, sombras de nubes,
y alrededor muros, ruinas, piedras que en el silencio
son frío, si la mano, si el pensamiento las roza.
Fernando Charry Lara
1963
Yo no quiero ni gloria ni riquezas,
Pues me siento feliz por la mañana
Con un ramo de flores en mi mesa
Y una gota del sol en mi ventana
Tulio G. Salas – Poeta Venezolano, merideño
Yo no quiero ni gloria ni riquezas,
Pues me siento feliz por la mañana
Con un ramo de flores en mi mesa
Y una gota del sol en mi ventana
Tulio G. Salas – Poeta Venezolano, merideño
El arroz que se arroja a la salida de la ceremonia religiosa (o civil) simboliza la prosperidad y la fertilidad, que se desea al nuevo matrimonio, para que tenga una gran familia y abundancia en "todos los sentidos".
(...) ¡Todo me sale mal!, estoy harto de hacer los deberes y que me quedan todos borroneados, las sumás no me salen nunca, me quedo dormido con el libro de lecturas, y la señorita esta siempre enojada conmigo. ¡Ufa!" (...)
El gato de los bigotes mágicos.
(...) ¡Todo me sale mal!, estoy harto de hacer los deberes y que me quedan todos borroneados, las sumás no me salen nunca, me quedo dormido con el libro de lecturas, y la señorita esta siempre enojada conmigo. ¡Ufa!" (...)
El gato de los bigotes mágicos.
Las arrugas son surcos, marcas, o pliegues de la piel. Aparecen a lo largo de todo el cuerpo a medida que el hombre o la mujer se van haciendo mayores. Aunque responden a un proceso natural, suponen una gran preocupación para todo el mundo, puesto que son signos claros de envejecimiento. De todas las arrugas corporales las que más importancia damos son aquellas que aparecen en el rostro o cara y las que aparecen en el cuello y manos.